São Paulo – SP 29/9/2021 – Diferentes tipos de pesquisas apresentaram resultados favoráveis à aplicação das Práticas Integrativas e Complementares para usuários de saúde mental

Alta procura coincide com a inclusão da PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares) como diretriz terapêutica no relatório de PCDT (Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas) do Ministério da Saúde; entre os tratamentos está a terapia ortomolecular

No ano marcado pelo surgimento da pandemia de Covid-19, considerada por cientistas da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) a mais grave crise sanitária e hospitalar da história do Brasil, estudos apontam uma tendência cada vez maior da procura, por parte da população brasileira, por tratamentos não convencionais. Em 2020, de acordo com pesquisa da Fiocruz realizada em parceria com a FMP/Unifase (Faculdade de Medicina de Petrópolis), 61,7% da população buscou terapias alternativas para o cuidado com a saúde.

Segundo estudo recente da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), 80% da população desenvolveu distúrbios de ansiedade durante a atual pandemia. De forma concomitante, cresce a procura por tratamentos complementares.

Já no ano passado, como estratégia para lidar com os transtornos mentais que afligem esta parcela da população, a PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares) foi incluída como diretriz terapêutica no relatório de PCDT (Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas) do Ministério da Saúde.

Na visão da Dra. Letícia Fontes, médica da QuantumLife –  clínica que oferece, entre outros tratamentos, a terapia ortomolecular e ozonioterapia -, a inclusão das terapias alternativas no relatório traz à tona sua relevância para o cuidado da saúde mental.

Como terapias alternativas podem contribuir para a saúde mental?

Para a Dra. Fontes, não há dúvidas de que as terapias complementares são uma ferramenta importante para o cuidado da saúde mental. Ela destaca que estudos realizados na APS (Atenção Primária à Saúde) comprovam que há melhoras na qualidade de vida dos usuários submetidos a esse tipo de tratamento.

“Diferentes tipos de pesquisas apresentaram resultados favoráveis à aplicação das Práticas Integrativas e Complementares para usuários de saúde mental. Práticas que hoje já são reconhecidas como importantes por potencializar as ações de saúde mental”, frisa.

Segundo a médica, as terapias alternativas podem ajudar pessoas com diversos problemas, como depressão, insônia, estresse e ansiedade, além de transtorno bipolar, oscilação de humor, crises de pânico, anorexia, bulimia, Alzheimer, “ou mesmo pessoas que sentem dificuldade para lidar com as próprias emoções”.

Como exemplo de terapia complementar, a Dra. Fontes cita as características e os benefícios da chamada terapia ortomolecular, que consiste em um tratamento que “busca regular e promover o equilíbrio das nossas moléculas, células, órgãos e do organismo como um todo”. A profissional da saúde acrescenta que a base do tratamento se dá na “desintoxicação do organismo”, por meio da reposição de vitaminas, minerais, antioxidantes e aminoácidos.

Ainda segundo ela, a terapia ortomolecular busca ajudar pacientes com problemas da saúde mental por meio do equilíbrio de hormônios, neurotransmissores e metabolismo, otimização das funções celulares, modulação do sono e melhora das defesas imunológicas.

A médica alerta, porém, que as terapias alternativas não devem ser as únicas possibilidades de cuidado em saúde mental. “Com todos os seus benefícios, o tratamento não deve substituir o protocolo de cuidados farmacológicos ou psicoterapêuticos”, afirma.

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