São Paulo 10/7/2020 – “Logo na primeira semana criamos um comitê anticrise, articulando soluções em prol da gestão estratégica da rede”, afirma Sandra Schuster

Os reflexos da pandemia são sentidos em todos os setores da economia, inclusive naqueles considerados atividades essenciais, como é o caso da DrogaVET

A decretação da quarentena, em março, submeteu a sociedade como um todo a uma nova realidade de vida e de negócios e no franchising não foi diferente. A atuação em rede, diferente de outros modelos de operação, pressupõe uma via de duas mãos, interligada por interesses mútuos de franqueados e franqueadores, qual seja: o de gerar negócios rentáveis para ambas as partes, viabilizar empregos, fomentar o mercado local e oferecer, na ponta, produtos ou serviços diferenciados aos consumidores finais, respaldados por uma marca estruturada.

Diante, porém, da situação inusitada de isolamento, muitos gestores precisaram se articular e executar, num curtíssimo espaço de tempo, ações contingenciais para mitigar os efeitos gerados pela COVID-19, que vão desde a conscientização dos colaboradores sobre os cuidados com a higiene pessoal, até a conversão de toda a operação de vendas para a modalidade delivery, entre outras.

Na DrogaVET, por exemplo, rede especializada na manipulação de medicamentos veterinários, considerada atividade essencial, não foi diferente. “Logo na primeira semana criamos um comitê anticrise, voltado para dirimir os assuntos relacionados à pandemia, articulando soluções em prol da gestão estratégica de toda a rede, franqueadora e franqueados”, explica a sócia-fundadora da empresa, Sandra Schuster.

Na formação desse comitê, Sandra explica que constam desde executivos e consultores da franqueadora até franqueados de diferentes localidades, como: Belo Horizonte, Londrina, Rio de Janeiro, Santos e Niterói. “Com o time formado, demos início à definição de uma política de contingenciamento ampla, prevendo regras claras para a manutenção da saúde de todos; diretrizes de distanciamento social; apoio jurídico, operacional e financeiro aos franqueados; além da organização interna para a checagem diária dos KPI’s (Key Performance Indicator) de todas as unidades da rede, o que nos permite visualizar gaps, antecipar previsões e corrigir rapidamente o curso de determinados processos”, detalha a executiva.

Outra mudança rápida e estratégica realizada pela rede foi a conversão do atendimento nas lojas físicas para os outros canais: site, WhatsApp, email e telefone fixo. “Como essas ferramentas já estavam em pleno funcionamento, conseguimos fazer essa migração sem nenhum transtorno, de maneira célere e ininterrupta, sem prejudicar a oferta dos nossos produtos aos tutores e aos pets, já que muitos deles fazem uso contínuo de alguns manipulados”, explica Sandra.

Em razão dessas medidas, a DrogaVET vem mantendo o ritmo de suas vendas no mercado, o que demonstra o resultado positivo de se agir em rede. “Quando temos um problema para enfrentar e estamos sozinhos, a solução será muito mais difícil. Atuando em rede, temos condições de nos mobilizarmos em prol de todos que a compõe. Esse ganho, oriundo do capital humano, é imensurável e precisa ser preservado, ainda mais num momento sensível como esse em que a solidariedade deve prevalecer sobre qualquer outra questão. Aqui, temos um amor animal por todas as vidas e, em razão disso, pretendemos manter, com resiliência, todos os negócios locais para não limitar o acesso de nossos clientes aos medicamentos, mesmo diante das dificuldades que o cenário impõe”, finaliza a sócia-fundadora.

Sobre a DrogaVET
Foi em busca de soluções no segmento de manipulação veterinária, respeitando integralmente todos os princípios éticos que regem a produção de medicamentos e a sua aplicabilidade aos animais que, em 2004, surgiu a DrogaVET. Atualmente a rede possui 50 unidades, sendo 46 franquias e 4 unidades próprias (Curitiba, Joinville, Balneário Camboriú e Florianópolis). Mais informações estão disponíveis no site: www.drogavet.com.br.

Website: https://www.drogavet.com

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