São Paulo 19/6/2020 – As plantas precisam de gás carbônico, água, clorofila e energia do Sol para fazer a fotossíntese, processo fundamental para a produção de glicose.

A análise do solo é uma das exigências das instituições financeiras para disponibilizar crédito agrícola e seguro safra ao agricultor, pois possibilita a avaliação dos riscos do negócio.

O solo é um recurso natural renovável que desempenha um papel fundamental na produtividade agrícola, pois carrega em sua composição os nutrientes essenciais para as plantas. Um solo fértil possui grande capacidade de fornecer água e nutrientes às plantas, mas sua fertilidade pode variar muito, em uma só propriedade agrícola. Por isso, o agricultor precisa conhecer os solos de sua lavoura, o que só é possível com a análise específica.

A análise do solo é uma das exigências das instituições financeiras para disponibilizar crédito agrícola e seguro safra ao agricultor, pois possibilita a avaliação dos riscos do negócio. Conforme o Manual de Crédito Rural, para ter acesso a essas linhas de financiamento, o agricultor tem que apresentar laudos de análise de solo e da respectiva recomendação agronômica, e, a partir da safra 2013/2014, a análise inclui também o carbono total do solo.
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Segundo o Programa de Análise de Qualidade de Laboratórios de Fertilidade (PAQLF) da Embrapa Meio Ambiente (SP), existem no Brasil cerca de 250 laboratórios de análise de solos credenciados. O Programa afirma que anualmente são realizadas aproximadamente quatro milhões de análises de solos no País. Entretanto, existe um potencial de oito milhões de análises. Pelo menos quatro milhões de análises deixam de ser realizadas devido à falta de divulgação, limitação de capacidade analítica dos laboratórios, longos prazos para liberação de resultados e à falta de laboratórios próximos aos polos agrícolas.

As plantas precisam de gás carbônico, água, clorofila e energia do Sol para fazer a fotossíntese, processo fundamental para a produção de glicose. A glicose é a matéria-prima essencial para a produção de energia. Entretanto, as plantas precisam de outros nutrientes para se desenvolver, que geralmente são retirados do solo ou da água, na qual eles se encontram.

Os nutrientes de que as plantas necessitam são encontrados no solo e dissolvidos na água. Eles apresentam em sua composição elementos químicos, como nitrogênio, fósforo, potássio, magnésio e ferro, que são absorvidos pelas raízes das plantas.

Dependendo da quantidade em que são utilizados pelas plantas, esses nutrientes podem ser divididos em dois grupos:

macronutrientes: são consumidos em grandes quantidades. como compostos de nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e enxofre;
micronutrientes: são nutrientes que as plantas consomem em quantidades muito pequenas, mas que também são importantes para o seu desenvolvimento, como compostos de manganês, boro, molibdênio, zinco, ferro e cobre.
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SOLOS E VEGETAÇÃO
A frase “Essa planta não vai pra frente” não quer dizer que “a planta não saiu andando”, mas sim que ela não está se desenvolvendo. Isso pode ocorrer por vários fatores.

Quando cuidamos de uma planta ou fazemos uma grande plantação, devemos levar em conta fatores locais, como tipo de solo, umidade, temperatura e luminosidade.

Para fazer uma grande plantação, inicialmente deve-se pedir um estudo do solo, realizado por um agrônomo. Com base nessa análise, pode-se saber como o solo deve ser tratado, quais os nutrientes necessários e qual o tipo de planta mais adequado.

Tudo sobre mitigação
Mitigação é definida como a intervenção humana para reduzir as emissões por fontes de gases de efeito estufa e fortalecer as remoções por sumidouros de carbono, tais como florestas e oceanos. A pergunta básica para mitigação é: “Como minimizar as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera?”

A mitigação é uma das estratégias de resposta à mudança do clima, através da redução de emissões. Seus benefícios são globais e de longo prazo. Isso fica claro com o fato de que, uma vez estabilizadas as concentrações de gases de efeito estufa em decorrência dos esforços de mitigação da suas emissões, a temperatura média global de superfície deve se estabilizar em poucas décadas, embora um pequeno aumento adicional possa ainda ocorrer ao longo de séculos.

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