Londrina – PR 29/5/2020 –

A reportagem conversou com Dr. Guilherme Ogawa, ortopedista e cirurgião da mão, que traz para Londrina, cidade em que atua, uma solução para pacientes que precisam da imobilização de dedos, mão e punho: as talas termomoldáveis, feitas em impressora 3D.

Em tempos de pandemia causada por um vírus altamente transmissível, o que mais se ouve e é noticiado é a importância do autocuidado com o uso de máscaras e principalmente a higienização das mãos, seja com água e sabão, ou com álcool em gel.

Mas, existem algumas situações em que a higienização fica comprometida, como é o caso do uso de gesso ou ataduras nas mãos e antebraço.

A reportagem conversou com Dr. Guilherme Ogawa, ortopedista e cirurgião da mão, que traz para Londrina, cidade em que atua, uma solução para pacientes que precisam da imobilização de dedos, mão e punho: as talas termomoldáveis, feitas em impressora 3D.
“Meu objetivo com meus pacientes é buscar sempre o que tem de mais inovador e que possa proporcionar um tratamento de qualidade, mas também com conforto.”, conta o médico.

Ogawa explica que em suas buscas por uma forma de oferecer órteses termomoldáveis, encontrou a empresa Fix it e decidiu levar a franquia para Londrina.

“Uma tala termomoldável é feita de plástico biodegradável e impressa em impressora 3D, que fica em meu consultório. Nos meus pacientes avalio se a tala poderá suprir sua necessidade de tratamento, faço as medidas do projeto e imprimo em pouco tempo para aplicar no paciente”, explica.

Dr Ogawa também explica que os pacientes primeiro precisam ser avaliados por um médico ortopedista ou cirurgião da mão, para então terem a indicação do melhor modelo, já que existem diversos modelos de órteses e cada uma tem sua indicação.

“Para atender a demanda de encaminhamentos de outros colegas médicos, a minha equipe foi treinada para tirar as medidas”, explica.

Perguntado sobre quais os principais benefícios em comparação ao gesso ou uma tala de metal, Ogawa responde.

“São vários benefícios, mas o primeiro deles sem dúvidas é a leveza, conforto e higienização. O paciente pode ir para a praia ou piscina, tomar banho, lavar as mãos. Imagine um paciente engessado, ou com tala que fica enfaixada, sem poder usar água e sabão em tempos de pandemia?

Além disso, a parte estética é uma vantagem. Além de ser arejada, a tala pode inclusive ser feita na cor de escolha do paciente: preta, cinza, roxa, azul ou branca.”, pontua.

Dr. Guilherme Ogawa explica que, nem todos casos são possíveis de substituir o gesso pela órtese termomoldável, mas grande parte. Por isso, a avaliação de um especialista em mão e o acompanhamento são fundamentais.


Dr. Guilherme Ogawa é formado pela Universidade Estadual de Londrina, com residências em Ortopedia e Cirurgia da Mão pela Santa Casa de São Paulo. Hoje atua em Londrina/PR.
Saiba mais sobre seu trabalho:
www.instagram.com/drguilhermeogawa
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Website: http://www.guilhermeogawa.com.br

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