São Paulo – SP 27/7/2020 – O trato dispensado ao animal deve caracterizar o perfil do caráter de seu tutor.

Syanley Coren, professor de Psicologia da Universidade da Columbia Britânica de Vancouver identificou que existem três tipos de inteligência canina: a instintiva, a adaptativa e a de trabalho.

Os cães são considerados os melhores amigos do ser humano. Eles são companheiros, amáveis, divertidos, confiáveis e parceiros. “A inteligência deles, em muitos casos, surpreende o tutor pela esperteza”, enfatiza Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

Syanley Coren, professor de Psicologia da Universidade da Columbia Britânica de Vancouver identificou que existem três tipos de inteligência canina: a instintiva, a adaptativa e a de trabalho. As raças de cães mais inteligentes são o Border Collie, seguidos sucessivamente pelo Caniche, o Pastor Alemão, e o Golden Retriever e, em quinto lugar, ele elege o Dobermann.

Nos seus estudos, Coren concluiu que, em média, os cães conseguem entender cerca de 160 a 165 palavras. No entanto, alguns conseguem atingir as 200 palavras e saber o que querem dizer, uns por serem mais inteligentes, outros por terem tido algum tipo de treinamento, por exemplo, de obediência.

Para Coren, todos os cães conseguem resolver raciocínios semelhantes a uma criança de dois anos de idade e pequenas operações matemáticas para ultrapassarem determinadas dificuldades do seu dia a dia, como escolher um caminho mais rápido ou mais curto.

O compartilhamento de informações fundamentadas cientificamente enfraquece o mito de que os gatos não são bons companheiros para crianças, adultos e idosos. A sociabilidade do felino é construída ao longo de seu crescimento, assim como acontece com os seres humanos. “Os filhotes são excelentes observadores, aprendem com facilidade ao observar a mãe e necessitam do contato inicial com a ninhada. Eles podem viver solitários ou em grupos de tamanhos e espécies diferentes”, salienta Vininha F. Carvalho.

Pesquisa realizada pelo Viva Real, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel mostra que 49% dos usuários que realizaram buscas de imóveis na internet, indicaram que o local precisa aceitar pets, pois possuem interesse em criar um animal de estimação no novo imóvel.

Cachorros lideram a preferência das citações. Sobre o perfil dessas pessoas, maioria são mulheres (68%), idade mediana de 38 anos, maioria casados (61%) e com filhos (64%), sendo 76% com um ou dois filhos.

A pesquisa contou com a participação de 68% mulheres e 32% homens, 34% geração Y (18 a 34 anos), 52% geração X (35 a 54 anos) e 14% geração Baby Boomers (55 anos ou mais). 61% casados, 26% solteiros, 13% divorciados ou viúvos. Sobre a transação, 56% pretendiam alugar um imóvel e 44% comprar, sendo 58% casa, 30% apartamento e 12% outros imóveis.

Por outro lado, o abandono precisa ser encarado como um ato desprezível. O trato dispensado ao animal deve caracterizar o perfil do caráter de seu tutor. “O que a sociedade não vê, está muito claro para quem busca a solução para o problema do abandono. Faz-se necessário implantar uma nova mentalidade , através da qual será salientada a importância da posse responsável e o controle da natalidade, tornando cada cidadão responsável pelo seu animal de estimação”, conclui Vininha F. Carvalho.

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