Rio de Janeiro, RJ 9/9/2020 –

Com sintomas similares ao novo Coronavírus, muitas alergias respiratórias são confundidas com a COVID-19. Pensando nisso, Diener Frozi, médico e fundador do projeto “Viva Sem Alergia”, traz algumas dicas para facilitar a distinção de suspeitas

Acometendo 30% da população, segundo dados disponibilizados pela OMS, Organização Mundial da Saúde, as alergias respiratórias já se tornaram conhecidas entre a população. Entre elas, pode-se citar a bronquite, sinusite, rinite e asma.

Embora essas sejam as alergias respiratórias mais comuns, não são as únicas: toda a reação exagerada do sistema de defesa do corpo em relação a uma “ameaça” externa pode ser classificada dessa forma. 

E é assim que o corpo, ao entender que de alguma maneira está exposto a um perigo, reage de forma compulsiva para evitar a invasão. O resultado, normalmente, é: tosse, espirros, coceira no nariz e entupimento nasal. 

Ainda que as reações sejam sinônimo de proteção para o corpo, causam desconfortos para quem as sente. Por isso, entender a fundo o que resulta em determinada alergia é indispensável.

Qualidade de vida

Não tem jeito: as alergias respiratórias não podem – e nem devem – ser deixadas de lado, principalmente considerando o desenvolvimento e desencadeamento de outros problemas quando não tratadas de maneira correta.

E, se os motivos citados anteriormente não forem suficientes, os alérgicos respiratórios têm uma nova preocupação: COVID-19. Além de fazerem parte da composição do tão temido grupo de risco, existe também uma grande confusão de sintomas – ao menos é o que compartilha o Doutor Diener Frozi, fundador do projeto Viva Sem Alergia, que trouxe clínicas especializadas em alergia para cidades do Rio de Janeiro.

“Com a chegada da pandemia, meus pacientes começaram a me procurar com diagnóstico: estou com Coronavírus”, compartilha. “Ao mesmo tempo em que acreditavam ter contraído o vírus Sars-CoV-2, existia um desconhecimento de outros problemas, como rinite e sinusite”, aponta.

Embora o Doutor Frozi entenda que existem, de fato, similaridades nos sintomas, o desconhecimento de um sintoma pré-existente nunca é saudável. 

Para democratizar a informação e expandir o conhecimento em relação aos sintomas, abaixo, o médico traz algumas dicas para diferenciar uma enfermidade de outra e, com isso, deixar o pânico de lado e apoiar o tratamento correto:

Sintomas principais

A COVID-19 costuma vir acompanhada de febre, falta de ar, coriza, tosse seca e dor de garganta. Por outro lado, se a Rinite for utilizada como exemplo, apenas um sintoma será correspondente: a coriza. 

“Quando pensamos em alergias, temos obstrução nasal, coceira e também espirros. Outras partes do corpo também são afetadas, com os olhos, que também tendem a coçar e até mesmo lacrimejam”, aponta o doutor. De qualquer forma, Frozi ressalta: na dúvida, marcar uma teleconsulta é indispensável. 

“A observação é tudo.  Com calma e distinção, fica mais claro o que é o sintoma real e, como consequência, podemos evitar idas e vindas desnecessárias ao hospital. Além do mais, assim podemos começar um tratamento correto, independentemente de qual for a resposta”, acentua.

Tratamento diferenciado 

Com missão de oferecer tratamento, controle e prevenção de alergias e doenças imunológicas a pacientes de todo o Rio de Janeiro, usando como base inicial a Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, o projeto Viva Sem Alergia oferece consultas e exames gratuitos – ou com preço mínimo. 

Atualmente, as unidades do projeto estão em Duque de Caxias, Campo Grande, São Gonçalo e Avenida Rio Branco, no centro do Rio de Janeiro. 

O projeto tem ainda uma parceria que conta com equipe médica dedicada em conjunto com a Cruz Vermelha de São Gonçalo: tudo isso para garantir e democratizar o acesso a tratamentos de forma humanitária e eficaz. Saiba mais: https://www.vivasemalergia.com.br/

Website: https://www.vivasemalergia.com.br/

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