São Paulo 26/11/2021 – Docentes bem-preparados têm mais condições de promover atividades que possam favorecer o desenvolvimento cognitivo, linguístico e socioemocional dos alunos

O objetivo é complementar o currículo e enriquecer o aprendizado

O ensino internacional no Brasil é uma opção não somente para alunos, mas também para muitos professores que têm interesse por esse setor educacional. Entretanto, para atuar em escolas cuja grade curricular seja adequada a de países estrangeiros, professores precisam se especializar cada vez mais – e isso vai muito além de ser fluente em um outro idioma, por exemplo.

Para se ter uma ideia, o ensino de contexto internacional chegou Brasil em 1986 para atender filhos expatriados, de modo que pudessem continuar os estudos com mais familiaridade. Hoje, existem diferentes escolas com vertente internacional, mas que agora atendem todos os estudantes, principalmente, os alunos brasileiros. Exemplo disso são as escolas brasileiras que oferecem o High School (ensino médio norte-americano) aos alunos no contraturno do currículo brasileiro. A principal vantagem é a conquista de um diploma internacional, que possa levar o aluno a voar caminhos muito mais altos em sua vida acadêmica, como cursar uma universidade estrangeira, por exemplo.

Os docentes das escolas com metodologia High School da Griggs International Academy (GIA-BR), por exemplo, devem ter, além da Licenciatura, certificações internacionais como CELTA (qualificação para ensinar inglês como língua estrangeira), DELTA (uma das qualificações avançadas de TEFL/TESOL mais renomadas e mais populares do mundo) e CELT-S (certificação internacional para professores de inglês que ministram aulas para adolescentes do Ensino Médio). É imprescindível que os docentes comprovem alta proficiência em língua inglesa, por meio de Certificados de Proficiência em Língua Inglesa – nível C2 – CEFR (como, os certificados ECPE ou CPE, por exemplo). 

De acordo com Karem Ragnev, diretora acadêmica da GIA – Brasil e América Latina, muitos professores estão enriquecendo seus currículos a fim de ministrarem aulas nesse novo contexto internacional, o que beneficia também o próprio sistema de ensino brasileiro que ganha professores cada vez mais qualificados. “Atualmente, temos recebido muitos professores com diploma de Mestrado em diversas áreas do conhecimento que desejam atuar em nossas escolas afiliadas, ou seja, aquelas que optaram em oferecer o currículo internacional da GIA-BR aos seus alunos do Ensino Médio”.

Em relação aos benefícios que tais especializações oferecem aos alunos, Karem afirma que os professores com formação mais completa, sem dúvida, são mais bem-preparados para ministrarem as disciplinas de maneira mais ampla. “Docentes bem-preparados têm mais condições de promover atividades didático-pedagógicas que possam favorecer o desenvolvimento cognitivo, linguístico e socioemocional dos alunos – tudo, de maneira colaborativa”, explica a diretora. 

O objetivo de tanto preparo é para que seja possível ao docente proporcionar aos alunos a experiência de passar por um currículo internacional com profunda exposição ao processo de aprendizado de todo o conteúdo, utilizando um outro idioma quase como uma língua mãe. Isso porque a grade curricular e o formato de ensino são advindos de um país estrangeiro. “Um professor muito bem qualificado pode promover experiências de aprendizagem baseadas na filosofia de ensino de um outro país. No caso da GIA-BR, os Estados Unidos. Nossos professores são totalmente familiarizados com o ensino norte-americano, de modo que os alunos possam estar também”.

Um outro aspecto importante sobre ensino internacional e professores altamente preparados é a interculturalidade. Ou seja, o estudante aprende com a escola e os docentes a conviver com realidades culturais diferentes da sua, de maneira a desenvolver a criticidade e a enxergar a importância da diversidade cultural. “Todos estes aspectos preparam o aluno para um cenário cada vez mais globalizado, seja na vida acadêmica ou profissional, no mundo corporativo ou em universidades ao redor do mundo”, finaliza Karem.

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