Curitiba, PR 6/1/2022 – Seja equity ou dívida, o crowdfunding tem sido especialmente atrativo para 3 setores que se mantiveram aquecidos mesmo durante a pandemia.

Fintech de investimentos alternativos aponta mercados aquecidos para investir em 2022

 

O crowdfunding de investimento tem chamado a atenção de moderados e arrojados como opção estratégica para a construção de um portfólio inteligente. Investir em ativos reais é uma estratégia de diversificação com o objetivo de minimizar a volatilidade da carteira, incluindo ativos descorrelacionados. Segundo dados da CVM, Comissão de Valores Mobiliários, o número de investidores em crowdfunding cresceu 23% entre 2019 e 2020, enquanto os valores de captação da modalidade cresceram 43% no mesmo período. 

Para Isabela Scuissiatto, Diretora da SIIM, fintech de investimentos alternativos, existem setores que devido à alta demanda e estabilidade em sua cadeia produtiva, tornam-se promissores para investir em 2022: “Seja na modalidade equity, onde o investidor se torna sócio do negócio, ou na modalidade dívida, que o torna credor do projeto, o crowdfunding tem sido especialmente atrativo para os setores que se mantiveram aquecidos aquecidos mesmo durante a pandemia.”

Agronegócio – Segundo dados colhidos pela CNA, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, só no primeiro semestre de 2021 o setor teve crescimento de 9,81% de seu PIB, puxado pelo setor agrícola que cresceu 14,46% se comparado ao mesmo período de 2020. Fatores como o aumento do dólar, a alta das commodities, o ritmo da exportação de carne, soja, algodão, açúcar e milho fizeram do agronegócio o responsável por 26,6% do PIB brasileiro em 2020. Para 2021 a previsão é que atinja 28%. Um estudo da FGV projeta para 2022 o crescimento de 5%.

De acordo com estudo da Embrapa, o Brasil é o maior exportador de carne bovina do mundo e o quarto maior produtor de grãos, ficando apenas atrás da China, dos Estados Unidos e da Índia. 

Energia renovável – A energia renovável está no timing perfeito para conquistar investidores. O projeto de lei 5829/2019, recentemente aprovado no Senado Federal, irá regulamentar o sistema de compensação para mini e microgeração distribuída, trazendo maior segurança para o investidor. O PL 5829/19 vem substituir as RN 687/15 e 482/12 e garantir que os usuários que aderirem ao Sistema de Compensação de Energia Elétrica até 12 meses após a sanção presidencial tenham isenção de cobrança da TUSD, ou fio b, até 2045. 

As muitas horas de radiação somadas à grande extensão geográfica brasileira são vantagens competitivas para a geração de energia solar. Segundo o Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Paulo Cesar Domingues, enquanto o resto do mundo tem apenas 14% de energia proveniente de fontes renováveis, o Brasil conta com expressivos 48% de sua matriz elétrica. Recentemente atingiu a marca de 10 GW pico de capacidade de produção fotovoltaica instalada, número que coloca o país entre os 15 maiores produtores de energia solar do mundo.

Segurança jurídica, janela de oportunidade, alta demanda, expertise e tecnologia. A lista de bons motivos ainda conta com a rapidez de instalação e o baixo custo operacional. 

Mercado imobiliário – Segundo o CAGED, foi o setor que mais gerou empregos com carteira assinada em 2021. Segundo o Secovi-SP, a comercialização de residências acima de 1,5 milhão cresceu 43% em comparação com 2020. Neste período também aconteceram 29% mais lançamentos nesse perfil. Historicamente falando, apesar de a Selic estar subindo, os juros ainda são considerados baixos para os padrões brasileiros. A procura por crédito continua aquecida, indicando que o financiamento de imóveis continuará em alta nos próximos anos. 

Uma curiosidade, a Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, concluiu que maio de 2021 foi o “melhor maio em vendas de imóveis dos últimos 17 anos”. Durante a pandemia, a construção civil manteve suas atividades em 85% dos canteiros de obras, acumulando crescimento de 10,7%, segundo a Pnad e IBGE. 

Crowdfunding de Investimentos: a modalidade que democratizou o ativo real 

Crowdfunding significa, literalmente, financiamento coletivo. São pessoas comuns investindo em empresas que promovem projetos da economia real por meio de uma modalidade de investimento atrativa, disruptiva e inteligente. De forma resumida, a SIIM é uma plataforma que intermedia a captação de recursos por meio do investimento coletivo.

“Os projetos são rigorosamente avaliados no melhor estilo ‘Shark Tank’. É imperativo que seja vantajoso para todos!”, completa Isabela Scuissiatto. 

Cada projeto, uma vez aprovado pela equipe técnica da SIIM, é apresentado à CVM que, por sua vez, autoriza a promoção da oferta por meio de plataforma digital por tempo limitado. A oferta pública possui cotas fixadas, que podem variar entre 500 e 10 mil reais de acordo com o perfil do projeto e público alvo. Tais valores são definidos pelo mercado, assim como a rentabilidade média do investimento, que varia em torno de 17% ao ano.

O crowdfunding de investimento tornou-se uma via de mão dupla que possibilita maior diversificação no portfólio do investidor por meio da inclusão de ativos reais  e, por outro lado, alavanca o desenvolvimento de empresas inovadoras.

 

Principais vantagens de investir por crowdfunding ou financiamento coletivo:

Diversificação de carteira com a inclusão de ativos reais;

Possibilidade do investidor tornar-se sócio ou credor de um projeto gerador de renda passiva;

Facilidade ao investir: cotas fixas, método simples e 100% digital.

Sem burocracia, sem taxas ou remunerações adicionais, basta adquirir uma ou mais cotas diretamente pela plataforma Siim.club;

Rentabilidade média de 17% a.a., atrativa em comparação a outras modalidades de investimentos;

Promoção e fomento do desenvolvimento econômico regional;

Volume de captação expressivo: 84,4 milhões de reais em 2020, 43% maior que em 2019 (dados CVM);

Possibilidade de investir em empresas sem se expor à volatilidade da bolsa de valores;

A modalidade é autorizada e regulada pela CVM – Comissão de Valores Mobiliários, por meio da Instrução 588/2017;

A cada projeto, são disponibilizados na plataforma SIIM.club um pacote completo de informações e documentos para elucidar quaisquer dúvidas quanto à viabilidade dos projetos. 

A Siim, fintech de investimentos alternativos, foi criada para conectar investidores a negócios promissores por meio de ofertas de crowdfunding. 

 https://siim.club/

 

Website: https://siim.club/

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