São Paulo, SP 5/10/2021 – Trabalhar na nuvem tem a vantagem de ter acesso a recursos virtualmente ilimitados e os benefícios geralmente giram em torno da eficiência

A computação em nuvem fornece a uma pequena empresa acesso a aplicativos, ferramentas e programas que possibilitam acelerar seu crescimento

As pequenas empresas sempre tiveram dificuldade para investir em infraestrutura de Tecnologia da Informação – TI por ser cara, complexa e demandar de muitos recursos, mas com o surgimento dos modelos de serviços em nuvem não há mais a necessidade de adquirir equipamentos caros e cuidar da manutenção da infraestrutura, segundo a DF Consultec, consultoria em tecnologia. Conforme informações da Deloitte, divulgada pela StarSoft, gestores de pequenas e médias empresas que passaram a utilizar serviços em nuvem apresentaram um crescimento de 26%, e 21% em seus negócios (respectivamente).

De acordo com o estudo Previsões em Tecnologia, Mídia e Telecomunicação, elaborado pela Deloitte, em 2020, a receita de nuvem em hiper escala aumentou em 25%, e prevê que a receita continuará crescendo em 2021 e será superior a 30% até 2025. Os gastos globais na tecnologia totalizarão US$ 150 bilhões até 2022.

Não existe uma solução única para todas as organizações, a decisão de usar uma nuvem pública, nuvem privada, nuvem híbrida ou data center tradicional, vai depender do grau de privacidade e controle necessários propostos pelas pequenas e médias empresas, bem como o intuito de reduzir custos e aumentar a transparência, afirma Michael Christian Goulart, graduado em Licenciatura Técnica em Administração de Redes de Computadores.

“Os motivos pelos quais as organizações migram para a nuvem são abundantes e variados. Trabalhar na nuvem tem a vantagem de ter acesso a recursos virtualmente ilimitados e os benefícios geralmente giram em torno da eficiência, alcançando os resultados máximos com despesas mínimas. Para as pequenas empresas que realizam uma migração para cloud, elas ficam possibilitadas a obter uma maior escalabilidade, custos mais baixos e maior segurança”, explica o profissional de TI.

Quando se fala em computação em nuvem, Michael observa que geralmente se referem à nuvem tradicional ou pública, modelos nos quais um provedor de serviço terceirizado disponibiliza recursos de computação para consumo conforme a necessidade da empresa. Ele relata que a nuvem pública é um ambiente multilocatário, ou seja, com recursos que podem ser compartilhados por vários indivíduos ou empresas, com todos os dados protegidos por criptografia de última geração.

Segundo uma pesquisa do IDC Brasil Tendências do mercado brasileiro de TI e Telecom, os investimentos em plataformas de nuvem pública no país devem atingir US$ 3 bilhões até dezembro deste ano, uma evolução de 46,5% em relação a 2020. O Gartner estima que, até 2022, 60% das infraestruturas corporativas de TI se concentrarão em centros de dados, ao invés dos tradicionais data centers. E que até 2024, a expectativa é que o mercado global de serviços gerenciados em nuvem atinja US$ 80 bilhões. 

Conforme o especialista, a migração de nuvem normalmente se refere a mover ativos digitais do local original, mas também pode se referir a mover de uma nuvem para outra. Uma migração pode envolver uma movimentação de todos ou apenas alguns ativos, de ferramentas de dados de uma infraestrutura antiga, ou também de um data center local para a nuvem.

“Tenho uma vasta experiência em gestão de TI, engenharia de infraestrutura e gerenciamento de projetos, e vejo muitos benefícios da cloud pública, embora alguns deles também se apliquem a outros modelos de implantação de nuvem. Entre os benefícios para uma pequena ou média empresa migrar para a nuvem estão: elasticidade e escalabilidade, economia de custos e eficácia, mover de capex para opex, agilidade e flexibilidade, desempenho, confiabilidade e resiliência, segurança e conformidade, menor manutenção e uma simplificação de TI”, conclui Michael Goulart.

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