Carapicuiba, SP 1/10/2021 – A taxa de mortalidade das empresas no Brasil é alta, porque o empresário aprende na prática a montar e a gerir um negócio.

A falta de experiência e a instabilidade econômica são fatores que contribuem para 25% das empresas com CNPJ fecharem as portas com menos de 2 anos de atividades, segundo pesquisa do Sebrae paulista. Para mudar esse quadro, empresário do setor de marketing cria método para empreendedores terem acompanhamento, com foco na em bater a meta de vendas.

Estudo do Sebrae paulista aponta que uma em cada quatro empresas registradas com CNPJ fecha antes de completar dois anos no mercado e os desafios com gestão comercial são os principais motivos deste cenário. Modelo de acompanhamento empresarial através de indicadores aponta como bater a meta de vendas e reverter esse quadro. 

Esse resultado também engloba micros e pequenas empresas (MPE), que são responsáveis por 50% dos empregos com carteira assinada no setor privado e por 27% do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a pesquisa Sebrae do Estado de São Paulo. O levantamento ainda aponta que quanto menor for o negócio, maiores são as chances de fechar as portas em curto prazo. 

Na avaliação do empresário do setor de marketing e criador do Programa Vendedor Vencedor, Vanderlei Souza, “um acompanhamento empresarial ajuda a implantar e a acelerar estratégias de alavancagem de negócios para pequenas e médias empresas”.

Ele também destaca que a falta de capacitação para formar empreendedores no Brasil tem um impacto direto na sobrevivência de uma companhia.

“A taxa de mortalidade das empresas no Brasil é alta, porque o empresário aprende na prática a montar e a gerir um negócio. Isso não é ensinado na faculdade ou em cursos práticos. Porém, às vezes, não há tempo para aprender a fazer uma boa gestão, porque quebra antes. Isso aconteceu comigo na minha primeira empresa que quebrei em 2014” relata Vanderlei Souza.

Fatores

Para Vanderlei Souza, a falta de um apoio ao empreendedorismo no ensino superior é um dos fatores responsáveis pela dificuldade de formar empresários de sucesso no Brasil.

Um estudo do Sebrae e da Endeavor Brasil, intitulado “Empreendedorismo nas universidades brasileiras”,  mostra que a intenção de empreender aparece apenas em 25% dos universitários.

Embora o levantamento seja de outubro de 2016, Vanderlei Souza considera que as faculdades precisam ter um maior direcionamento para formar empresários.

“Durante o curso de engenharia na faculdade, não tive nenhuma disciplina com foco na gestão empresarial. Isso acontece também porque poucos assumem o risco de gerir uma empresa, o que torna a graduação mais direcionada para formar funcionários do que empreendedores”, explica.

Acompanhamento é o caminho

Com experiência em participar de vários treinamentos, imersões e cursos no formato EAD, além de montar consultoria e capacitações da Vendedor Vencedor de 2016 a 2020, Vanderlei Souza desenvolveu um método para acompanhar os alunos empreendedores a baterem metas.

“Por saber que o empresário é solitário e não tem tempo, criei uma metodologia de acompanhamento. Com a minha experiência de processos industriais, usei essa habilidade para criar um processo de marketing e vendas de uma maneira muito simples, objetiva e com indicadores que traz resultados em pouco tempo”.

Nesse método de acompanhamento, cada empresário tem um encontro semanal de 40 minutos, em que o foco é analisar os indicadores e resultados das ações executadas na semana anterior de acordo com o planejamento estratégico comercial. Ao fazer uso de  ferramentas de gestão ágil, toda tarefa tem um dono e um prazo determinado, com isso o processo traz produtividade e não há cobranças pessoais, aumentando a produtividade.  

A aposta em cursos para formar empresários alcançou também o mercado coach. Prova disso é que Elisandra Felex, consultora de carreira em São Paulo, criou um método on-line direcionado para o intraempreendedorismo, com a intenção de aumentar a visibilidade de carreira de diversos candidatos, seja para troca de profissão ou reposição no mercado.

Com o acompanhamento empresarial de Vanderlei Souza, Elisandra Felex tem expandido a carteira de clientes para fora do Brasil, tanto que organizou o “Agora Vai”, programa que já chegou a Portugal.

Não é apenas o setor de educação que tem aproveitado o suporte empresarial criado por Vanderlei Souza. Outro exemplo é a companhia de engenharia Diferencial Service que implantou a área de sucesso do cliente, a partir do programa Vendedor Vencedor, batendo a meta do primeiro semestre de 2021.

Outro case é o da Cris Regis Maia, franqueada Kumon. Graças ao acompanhamento para empreendedores do Vendedor Vencedor, ela montou um sistema de recrutamento e seleção, que permitiu montar uma equipe para bater as metas de vendas.

Pequenas e médias empresas

Vanderlei Souza afirmou que o treinamento é voltado para pequenos e médios negócios de serviços porque esse grupo é responsável por sustentar boa parte da economia nacional, mas, por outro lado, é o que recebe menos atenção para o desenvolvimento. “Com algumas orientações, eles já conseguem ajustar os processos para bater a meta de vendas”, avalia.

O acompanhamento do programa Vendedor Vencedor tem colaborado com empresários de diferentes setores. Um exemplo é o da Tabata Feltrin, diretora comercial da TechnoFlow, empresa do ramo de engenharia. Segundo ela, todos os vendedores bateram metas em seis meses.

Na Espaço Solução, empresa de contabilidade, os resultados superaram as expectativas por dois anos seguidos. Nesse período, o apoio do programa Vendedor Vencedor viabilizou superar a meta de vendas.

“Quero revolucionar o sistema de treinamento no Brasil. Não se trata apenas de entregar o conteúdo e ir embora. Nossa ideia é acompanhar os resultados e crescer junto com nossos clientes”, afirma Vanderlei Souza.

Para ele, esse modelo de acompanhamento traz mais expertise para o programa Vendedor Vencedor, porque é possível aprender com cada situação vivenciada com os empreendedores.

“O Brasil pode se tornar uma grande fábrica de empresários em pouco tempo. Basta que os donos de pequenos negócios tenham empresas lucrativas e com tração”, comenta Vanderlei Souza.

Com o objetivo de ajudar mais empresários a alcançar o sucesso, o programa Vendedor Vencedor tem como meta promover uma capacitação continuada que agregue valor aos clientes.

Donos de empresas de serviços, que tenham equipe de vendas e tenham capacidade de atender mais clientes podem se inscrever para a seleção. Outro critério fundamental para participar é o comprometimento com a execução das tarefas. O processo para participar do processo de seleção é simples o primeiro passo é se cadastrar no site, depois o time de especialistas entra em contato e faz a sessão estratégica com o empresário.

Website: http://www.vendedorvencedor.com.br

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