São Paulo 30/8/2021 –

De acordo com a 43ª edição do relatório Webshoppers da Ebit/ Nielsen, em 2020, o comércio digital ganhou 13,2 milhões de novos consumidores. No mesmo período, o número de pedidos no segmento “casa e decoração” cresceu 24% e o faturamento 53%. Já segundo dados da Abcomm (Associação Brasileira de Comércio eletrônico), os marketplaces representavam 35% do faturamento do comércio virtual em 2019, número que saltou para 51% no ano passado.

Depois de lançar o curso “Como montar um e-commerce para o varejo de material de construção”, a Feicon conversou com Pedro Henrique Sobral, Gerente de Branding e Comunicação da Tray E-commerce, empresa referência no assunto, para entender como o pequeno varejista pode escolher a plataforma ideal para cada tipo de negócio e otimizar as operações de pagamento e frete.

As dicas ajudam a evitar erros comuns e que interferem nos resultados e servem tanto para quem está começando quanto para quem tem experiência em canais digitais.

1. Escolha da plataforma: é importante avaliar as funcionalidades operacionais, como as conexões com outros sistemas. Quanto maiores as possibilidades de integração, maiores as chances de fazer o negócio ficar conhecido. Também é preciso escolher um sistema que acompanhe o crescimento do negócio para que não seja preciso trocar ou migrar com frequência. Um outro ponto que deve ser considerado é a presença da tecnologia ERP para gestão integrada.

2. Integrações: vale ficar atento aos sistemas que permitem a conexão com redes sociais e ferramentas de promoção como Facebook Ads, Google Ads e Google Shopping, que podem ajudar a impulsionar a divulgação de produtos e serviços. Entretanto, quem está iniciando não precisa usar tudo logo de partida, mas deve avaliar os recursos que fazem mais sentido para o negócio.

3. Aplicativos: existem muitos apps disponíveis para uso em e-commerce. O principal objetivo desses mecanismos é auxiliar em questões operacionais e de performance, como integrar sistemas de frete e envio, controlar tickets de vendas, cupons de desconto progressivo, etc. É possível adicionar ou excluir os aplicativos conforme a necessidade.

4. Formas de pagamentos: são dois modelos principais para escolha de acordo com o nível de domínio do usuário sobre tecnologia. No formato intermediador, indicado para que não tem conhecimentos avançados, é estabelecida uma conexão entre o consumidor, o site da loja, a instituição bancária e a operadora de cartão de crédito e o modelo faz toda a análise de risco para viabilização da compra. Já o modelo chamado gateway é mais apropriado para quem entende um pouco mais. Nele, um dispositivo de interface conecta o comprador, a loja e o banco responsável pela transação.

5. Frete e envio: a entrega, sem dúvida, é um dos pontos mais considerados pelos consumidores que compram em plataformas digitais. A dinâmica aqui é bem parecida com a intermediação de pagamentos. Para o envio, entretanto, o valor muda de acordo com a distância. Vale estudar todas as opções disponíveis para oferecer condições competitivas. Além disso, o volume dos pacotes no varejo da construção deve influenciar na escolha entre Correios e transportadoras, uma vez que o setor comercializa muitas peças grandes.

“O varejista do setor precisa entender que presença digital é essencial para a sobrevivência dos negócios, mas que só ter uma loja virtual não é garantia de sucesso. É preciso compor a operação de forma estratégica, agregando as ferramentas certas para impacto do consumidor e conversão em vendas”, finaliza Pedro Henrique.

O curso “Como montar um e-commerce para o varejo de material de construção” está disponível de forma gratuita na plataforma Feiconnect. Para conferir, basta acessar: https://www.feicon.com.br/pt-br/feiconnect.html

Serviço
Curso – “Como montar um e-commerce para o varejo de material de construção”
Onde: Plataforma Feiconnect
Acesso: https://www.feicon.com.br/pt-br/feiconnect.html
Gratuito.

Website: https://www.feicon.com.br/pt-br/feiconnect.html

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