São Paulo – SP 26/8/2021 – A estética segue em constante inovação e evolução, trazendo melhoria e novidade nas técnicas e alcançando resultados seguros e satisfatórios

Terapia foi regulamentada pelo Conselho Federal de Biomedicina em junho de 2020, por meio da Resolução Nº 321, integrando as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde oferecidas pelo SUS; no campo da estética, a procura se dá, sobretudo, em tratamentos de pele

A pandemia de Covid-19 e o consequente isolamento social adotado por parte da sociedade impactaram em mudanças profundas na sociedade. Entre as principais alterações na vida cotidiana das pessoas está o maior tempo para o autocuidado, seja no campo da saúde ou da estética. Isto pode ser mensurado pelo crescimento das vendas do setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) no Brasil, que cresceu 5,8% em 2020 em relação ao ano anterior. 

Após uma retração inicial, nos primeiros meses da pandemia, o número de procedimentos estéticos não invasivos voltou a crescer no país, com um crescimento da ordem de 50% no ano passado quando comparado com os números de 2019, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). A recente tendência pelos procedimentos de Harmonização Facial também ganhou força no país, com um aumento de 540% nas pesquisas pelo assunto verificado pelo Google Trends, serviço que monitora as tendências do Google.

Entre aqueles que buscam tratamentos estéticos alternativos, a ozonioterapia tem ganhado espaço em clínicas espalhadas por todo o país. A prática consiste na administração do ozônio medicinal no organismo, estimulando a regulação e o equilíbrio em diversos sistemas do corpo humano. A terapia, também utilizada por suas potencialidades no campo estético, foi regulamentada pelo Conselho Federal de Biomedicina em junho de 2020, por meio da Resolução Nº 321, integrando as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde oferecidas pelo SUS.

Para a Dra. Kamila Maldonado, biomédica esteta da clínica QuantumLife, “a aplicação do ozônio medicinal para fins estéticos tem ganhado a atenção dos pacientes e também dos profissionais da área”. Ela explica que o ozônio é uma biomolécula, ou seja, é natural ao próprio organismo humano e que sua obtenção se dá a partir de um gerador, de modo que o gás seja obtido em concentrações específicas.

De acordo com especialistas, o procedimento tem poucas contraindicações, não sendo, por exemplo, recomendado a pacientes com deficiência relacionada à enzima G6PD, visto que sua ausência ou deficiência é responsável por causar a destruição em massa das hemácias, células do sangue com função de transportar oxigênio. 

É prudente ressaltar que apenas profissionais certificados na área podem realizar os procedimentos, bem como determinar a quantidade segura e eficiente de ozônio, além do seu meio de aplicação. 

Tratando-se da ozonioterapia no campo da estética, a procura se dá, sobretudo, em tratamentos de pele. “Atualmente, podemos enriquecer nossa rotina ‘skincare’ lançando mão de produtos ozonizados que, aplicados topicamente, melhoram a qualidade da pele, favorecendo a circulação sanguínea da região”, afirma a Dra. Kamila.

Tratamentos no campo da dermatologia

Entre os benefícios trazidos pelo tratamento, a biomédica esteta destaca a redução de radicais livres, o estímulo à produção de colágeno, a melhoria em quadros de acne, escleroterapia de vasos sanguíneos, o controle de quadros de melasma e a redução de gorduras localizadas, além do fortalecimento capilar.

Além das possíveis melhorias à saúde acima citadas, a ozonioterapia, segundo a Dra. Kamila, da QuantumLife, também pode ser útil no tratamento de celulites, que, de acordo com a SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia), atinge até 95% das mulheres após a puberdade.

“A estética segue em constante inovação e evolução, trazendo melhoria e novidade nas técnicas e alcançando resultados seguros e satisfatórios”, celebra a profissional.

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