São Paulo – SP 31/8/2021 – O mobile não é o futuro, é o presente. O acesso por meio dos smartphones é cada vez mais natural para quem procura informações ou notícias

Acesso cada vez maior à internet por meio de celulares e preferência na indexação de buscas pelo Google para sites com navegabilidade para dispositivos móveis, faz com que empresas de e-commerce priorizem modelo “mobile first” na criação de páginas digitais

Em abril de 2015, o Google anunciou uma mudança em seu algoritmo de busca que impactaria de forma profunda a criação e o desenvolvimento de websites em todo o mundo. Na ocasião, atenta à tendência cada vez maior do acesso à internet por meio de smartphones, a empresa passou a priorizar os sites “mobile-friendly”, como são chamadas as páginas que também oferecem boa navegabilidade para o celular aos usuários, em suas buscas. Desde então, websites que não são “responsivos” – ou seja, que não são desenvolvidos para os diferentes tipos de dispositivos – têm ficado para trás, correndo o risco de “sumir” em pesquisas realizadas pelos buscadores na web.

Ser “mobile-friendly” passou a ser uma característica fundamental para os websites, visto que há uma tendência mundial cada vez maior de acesso à internet por meio do celular. Dados coletados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) referentes ao ano de 2019 confirmam esta propensão por parte dos brasileiros: 98,6% das pessoas com 10 anos ou mais utilizam celulares para acessar à internet, ante 46,2% que fazem uso de microcomputadores.

Com o avanço do e-commerce nos últimos anos, desenvolvedores de websites também passaram a dar mais atenção para esta questão. O chamado “comércio móvel”, tradução livre para “mobile commerce” (ou m-commerce), já é prevalente dentre as maneiras do consumidor brasileiro realizar compras on-line. Segundo estudo realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), apresentado em junho de 2019, 67% dos consumidores que fizeram compras pelo meio digital no país o fizeram através de smartphones – em segundo lugar, aparecem os notebooks (39%), seguidos dos desktops ou PCs (39%).

“O mobile não é o futuro, é o presente”

O desenvolvimento de um website que possa ter boa acessibilidade em formato mobile deve levar em consideração as particularidades da natureza deste modo de navegação, com páginas mais limpas e funcionais. Afinal, muitas vezes o usuário realiza a conexão por meio dos dados móveis do aparelho, que normalmente não são suficientes para carregar uma grande quantidade de objetivos, sobretudo os conteúdos multimídia, como fotos pesadas e vídeos.

Desta maneira, mais que “mobile friendly”, muitas empresas têm adotado o conceito de “mobile first”, ou seja, o foco do desenvolvimento do website passa a ser a navegação pelo celular, com a “adaptação” ao desktop vindo depois – ao contrário da forma como era feita antes. 

“O mobile não é o futuro, é o presente. Não estamos dizendo que você não precisa de um site desktop, você precisa sim. Mas o acesso por meio dos smartphones é cada vez mais natural para quem procura informações ou notícias, por isso o lojista precisa estar pronto para atender essas necessidades”, afirma Mateus Toledo, CEO da MT Soluções, hub de soluções para e-commerce que, entre outras atividades, realiza implantações de lojas virtuais, layouts e sistema ERP.

Toledo afirma que a criação e o desenvolvimento de projetos de implantação de plataformas de e-commerce por parte da empresa sempre atende à lógica do “mobile first”, visto que “a mobilidade dessa interface é cada vez mais aceita pelo público que compra ativamente”.

E se desde 2015 o Google privilegia os sites que têm versões desenvolvidas para celular em suas buscas, neste ano a empresa passou a ser mais incisiva com a recomendação para que os sites sejam desenvolvidos a partir do conceito de “mobile first”. Neste sentido, o recado de John Mueller, consultor de pesquisas do Google, não poderia ser mais claro: “Tudo o que você deseja que seja indexado deve estar no mobile”.

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