São Paulo – SP 2/8/2021 –

Na opinião da maioria dos pais e responsáveis, brincar pode ajudar no desenvolvimento potencial das crianças, assim como corrobora com o aprendizado

De acordo com a pesquisa “Valor do Brincar Livre”, conduzida pela OMO, 98% dos pais e responsáveis acreditam que a brincadeira pode ajudar as crianças a desenvolverem seu potencial pleno. Além disso, para 99% dos entrevistados a brincadeira apoia o aprendizado.  O estudo, que conversou com 12 mil pais em 10 países, também constatou que, para a grande maioria dos participantes, a afirmação de que brincadeiras colaboram com a criação de adultos melhores é verdadeira.

Ainda assim, os pais reconhecem que nem sempre os filhos conseguem brincar o quanto deveriam e poderiam – 87% dos entrevistados dividem essa opinião. Outro ponto é o conflito de gerações: 63% dos entrevistados dizem que os filhos têm menos oportunidades para brincar do que eles mesmos tinham quando crianças. 

Para Ana Sato, sócia-fundadora da Unidoll, empresa que produz bonecas reborn – cuja principal característica é a grande semelhança com bebês reais -, são vários os motivos que contribuem para o cenário. Entre eles, está a presença assídua da tecnologia desde a primeira infância. “A cada ano que passa, é mais comum ver crianças, cada vez mais novas, utilizando celulares e tablets. O tempo que os pequenos passam diante das telas também apresenta aumento”, declara.

Crianças x Tecnologia

A AAP, Associação Americana de Pediatria, em conjunto com a Sociedade Canadense de Pediatria, conduziu uma pesquisa com mais de duas mil crianças que utilizavam aparelhos eletrônicos celulares em suas rotinas.

Ao final do estudo, foi possível constatar que crianças menores de dois anos passam, em média, 17 horas por semana diante das telas. As de três anos costumam gastar 25 horas semanais com tecnologia. Por fim, a AAP declarou que a atividade contínua traz consequência para os pequenos que, muitas vezes, podem ter o desenvolvimento das habilidades comunicativas e sociais prejudicadas. 

Para Ana, o equilíbrio é a chave. “Vivemos em um mundo digital e não temos como escapar da tecnologia. Ainda assim, é importante dosar os acessos à internet para crianças, considerando idade e capacidade de cada uma. Priorizar brincadeiras lúdicas e interativas é a melhor opção”.

Brincando longe das telas

Estímulo à criatividade, socialização e entretenimento são apenas algumas das vantagens que as brincadeiras oferecem para as crianças. Para Ana, é importante que elas tenham acesso às telas, como também a itens que as permitam interagir de forma diferente com o mundo ao seu redor. “Nesse cenário, brincar com bonecas, bola e ler livros são opções a serem consideradas como importantes ou até indispensáveis”, finaliza.

Para saber mais sobre brinquedos como, por exemplo, as bonecas reborn, basta acessar: unidoll.com.br

Website: http://unidoll.com.br

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