Americana, SP 30/9/2021 – “O volume de contatos gerados cresceu rapidamente com a adoção dessas ações. Tivemos que ampliar o nosso time comercial”

Falta de chuvas e a dependência brasileira da energia hidrelétrica elevaram a tarifa, levando mais usuários a buscar pelos painéis fotovoltaicos

O volume menor de chuvas registrado este ano no Brasil teve impacto direto no bolso do brasileiro. A falta de água nos reservatórios expôs, de novo, a dependência brasileira da energia gerada por usinas hidrelétricas e fez com que as tarifas tivessem aumento e sobretaxas, como a Bandeira Vermelha.

O último reajuste ocorreu em agosto, quando a sobretaxa pela geração mais cara de energia passou de R$ 9,492 para R$ 14,20 a cada 100 KWh por determinação da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O aumento de 49,5% foi sentido principalmente pela classe média, que consome acima de 300 KWh por mês.

De acordo com o ONS (Operador Nacional do Sistema), que controla a distribuição elétrica no Brasil, os reservatórios das hidrelétricas instaladas nas regiões Sudeste/Centro e Sul fecharam julho abaixo de 50%. O órgão federal considera essa a pior crise hídrica registrada no Brasil nos últimos 91 anos.

Para fugir desses reajustes, muita gente tem apelado para fontes alternativas de geração, como painéis fotovoltaicos. Os bancos ampliaram a oferta de linhas de crédito para esses sistemas tanto para consumidores residenciais quanto para empresas. Dessa forma, as parcelas do financiamento costumam ser menores que as tarifas de energia pagas anteriormente por esses clientes.

“Os painéis fotovoltaicos geram uma economia de até 95% na conta de luz dos consumidores. A divulgação maciça dessa informação fez o volume de contatos interessados crescer quase 80%”, explica o diretor da Energy True – empresa com sede em Americana (SP) – Wagner Domiciano.

 

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