São Paulo – SP 29/6/2021 –

Com o aumento das vendas em marketplace e no e-commerce em geral – e as restrições causadas pela pandemia-, empreendedores voltaram atenção para o comércio eletrônico para manter a operação de suas lojas em funcionamento

O e-commerce no Brasil bate recordes a cada ano que passa. Em 2020, as vendas atingiram o volume histórico de R$ 87,4 bilhões. Para se ter uma ideia do ritmo de crescimento, em 2017 o valor foi de R$ 47,7 bilhões, em 2018, R$ 53,2 bilhões e, em 2019, R$ 61,9 bilhões. Dentre os motivos que impulsionaram este aumento, está a quantidade de consumidores e pedidos, segundo relatório “Webshoppers” da Ebit Nielsen. 

O levantamento também mostrou que, em 2020, por volta de 79,7 milhões de consumidores optaram por realizar compras on-line, 29% a mais do que no ano anterior. O volume representa mais de 190 milhões de pedidos, aumento de 30% em relação a 2019.

A evolução do marketplace

Ainda citando a fonte anterior, é possível destacar o cenário positivo para os Marketplaces no país. O faturamento passou de R$ 48 bilhões em 2019, para R$ 73 bilhões em 2020, uma variação de 52%. Foram realizados 148,6 milhões de pedidos, um aumento de 38% em relação ao ano anterior.

O estudo da Ebit Nielsen também aponta quais são os critérios utilizados pelos consumidores para a escolha do marketplace: o preço ficou em primeiro lugar e a confiança na marca do marketplace em segundo, em 2019 e 2020. Outro dado relevante foi que 90% dos consumidores avaliaram que sua experiência em marketplaces foi boa ou ótima.

Empreendedores investem em lojas virtuais durante a pandemia

Devido às restrições acarretadas pela pandemia da COVID-19, empreendedores que possuíam apenas pontos de venda físicos precisaram se adaptar. E uma das opções foi recorrer ao mercado online para prosseguir com a sua operação. Para isso, é imprescindível pensar nos investimentos necessários para este início de jornada.

“Para abrir uma loja virtual do zero, é preciso desenvolver um site, se preocupar com design, experiência do usuário, mecanismos de busca, plataforma de e-commerce. E, por fim, é necessário divulgar, já que sua loja ainda não é conhecida virtualmente. Todos estes itens aumentam o investimento e o tempo de retorno”, comenta Mateus Toledo, fundador e CEO da MT Soluções, empresa especializada em e-commerce e marketplaces.

Para quem está iniciando suas vendas on-line, o marketplace tem um retorno mais rápido, explica Mateus, “Neste caso não é preciso construir um e-commerce do zero, pois toda a estrutura já estará pronta. Além disso, os principais marketplaces já possuem reputação e um público no mercado. Isso vai diminuir o investimento inicial”. Nesse cenário, é válido utilizar uma das métricas mais conhecidas no marketing, que é o ROI, para ajudar a decidir se a operação é viável ou não.

ROI

A sigla, que significa “Retorno sobre o Investimento” em tradução literal, calcula o retorno de uma campanha. “Em marketing, dizemos que ao investir R$ 1.500,00 em uma campanha e obter retorno de R$ 15.000,00, geramos um ROI de 09”, explica Mateus, a partir de um cálculo constituído da seguinte forma: ROI = (Valor vendido – Valor investido) / Valor Investido.

“Quando falamos de ROI para marketplaces, criamos juntamente com os nossos clientes, uma forma de fazer com que esta conta faça sentido, logo precisamos incluir o custo da comissão paga na venda. Podemos imaginar um valor fictício de 18% para comissão. Dessa forma, um produto que foi vendido por R$ 100,00 e tem uma taxa de 18%, terá um ROI de 5,55. Alcançar um ROI igual ou acima de 5 é considerado positivo pelo mercado”, finaliza.

A MT Soluções, empresa fundada há mais de 9 anos, apresenta soluções para e-commerce como implantações de lojas virtuais e sistemas ERP, configuração e suporte para venda em marketplace, criação de layout e consultoria de marketing digital.

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