São Paulo 25/6/2021 – Atualmente, a plataforma já conta com cerca de 137 mil pessoas cadastradas e mais de R$ 3 milhões acumulados em empréstimos.

Taxa média para quem toma emprestado pela fintech Bullla está em 3,6%; No ano passado, o percentual era de 4,5%

Com a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central em elevar a Selic para 0,75 ponto percentual — passando de 3,50% para 4,25% ao ano —, os juros tendem a aumentar e impactar a oferta de crédito no mercado, afetando empréstimos, parcelamentos e financiamentos, que ficam mais caros.

Segundo levantamento da Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a taxa média de juros das operações de crédito registrou alta no mês de maio para pessoas físicas e jurídicas. Para pessoa física, por exemplo, a taxa média geral apresentou elevação de 1,38% no mês, passando de 5,8% (96,71% ao ano) em abril para 5,88% ao mês (98,50% ao ano) em maio.

Por outro lado, a modalidade de empréstimo entre pessoas físicas sem intermediação de bancos registrou, em maio de 2021, uma redução de 20% nos juros, de acordo com estudo da fintech Bullla. A taxa média de juros nas transações pela plataforma está em 3,6%, enquanto, no mesmo período de 2020, esse percentual correspondia a 4,5%. A queda nas taxas está diretamente ligada às pessoas que utilizam recorrentemente a ferramenta e pagam sem atrasos, por isso, quando precisam tomar emprestado novamente, conseguem juros cada vez mais baixos.

“Com a disparada da inflação e juros elevados, as compras parceladas e o crédito pessoal acabam sendo mais impactados. Por isso, seguindo na contramão, nosso propósito é ser uma solução cada vez mais acessível para todos”, afirma o CEO e cofundador do Bullla, Marcelo Villela.

 

 

 

Website: https://www.bullla.com.br/

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