São Paulo, SP 25/5/2021 – Em 2021, continuaremos nosso trabalho para tornar nosso campus sede neutro em carbono

Toda a eletricidade e aquecimento para edifícios no campus da matriz da companhia serão neutros em carbono até o fim de 2022. Um passo importante em direção à meta global de se tornar neutro em carbono antes de 2030.

Há cerca de um ano, a multinacional dinamarquesa Danfoss anunciou sua ambição de ser neutra em carbono em todas as operações globais dentro de dez anos e de contribuir para as metas do Acordo de Paris. Oito anos antes de atingir essa meta ambiciosa, a sede global da Danfoss, localizada em Nordborg, ao sul da Dinamarca, alcançará a neutralidade total de CO² já em 2022.

Os escritórios e fábricas do campus principal cobrem uma vasta área de mais de 250 mil metros quadrados e, nos últimos anos, passaram por uma grande mudança para melhorar a eficiência energética. Em grande medida, aplicando as próprias tecnologias verdes da Danfoss como parte do Programa Danfoss Global de Economia de Energia. Assim, a demanda por combustíveis fósseis para aquecimento foi reduzida em 60% desde 2007 – e a jornada continua.

Já no início deste ano, a Danfoss começou a fornecer eletricidade verde para a sede e pretende cobrir 60% da demanda de aquecimento com energia distrital neutra de CO² de uma nova instalação de aquecimento situada próximo à sua sede. Ele entrou em operação em meados de 2020. Além disso, eletrificar os sistemas de aquecimento com a instalação de caldeiras elétricas também será considerado.

“Em 2021, continuaremos nosso trabalho para tornar nosso campus sede neutro em carbono”, disse o CEO e presidente global da Danfoss, Kim Fausing, e explica como: “Faremos isso usando eletricidade verde e cobriremos a demanda de aquecimento pela energia distrital neutra de CO², utilizando o calor em excesso de processos e centros de dados, além de instalar bombas de calor para cobrir a demanda restante de aquecimento. Em outras palavras, aplicando nossas próprias soluções. Por meio das soluções que vendemos, podemos ajudar a reduzir as emissões globais de CO² em várias centenas de milhões de toneladas por ano. Mas também fazemos o que falamos”, completa Kim Fausing.

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