São Paulo – SP 15/4/2021 –

Com a metodologia de diagnóstico SOLcircular, grupo impulsiona a circularidade fundamentada em critérios de recuperação, valorização e reinserção de materiais e resíduos na cadeia produtiva com seus clientes.

Os conceitos de Economia Circular vêm ganhando força na construção de um novo modelo econômico, em que recursos deixam de ser somente explorados e descartados e passam a ser restaurados e reaproveitados em um novo ciclo de vida, se tornando parte da estratégia de organizações que se preocupam com o desenvolvimento sustentável.

Reconhecendo seu papel nesta transição, o Grupo Solví, líder no segmento de gestão ambiental com mais de 50 empresas, oferecendo multitecnologia para o tratamento, destinação e valorização adequada de resíduos, e tem o ESG em seu DNA (Meio Ambiente, Social e Governança), fortalece sua área técnica dedicada à Sustentabilidade e Economia Circular, buscando impulsionar e direcionar de forma efetiva seus esforços no apoio de clientes e parceiros nesta transição.

E também reafirma o compromisso de continuar investindo nas atuais e em novas Unidades de Valorização Sustentável, privilegiando o desenvolvimento de soluções projetadas para o reaproveitamento de recursos.
Destacam-se ações de incremento à Logística Reversa de resíduos pós-consumo, ampliação dos serviços de triagem, manufatura e beneficiamento de resíduos em parceria com toda a cadeia de valor, o incentivo à compostagem de orgânicos e a aceleração do desenvolvimento de soluções para o tratamento de efluentes com a geração de água de reuso.

O desafio é acelerar a transição para a economia circular de baixo carbono, em busca de soluções cada vez melhores, tornando a cadeia produtiva mais sustentável agregando valor aos negócios.

SOLcircular

Diante do compromisso de impulsionar e direcionar os esforços para a implementação da circularidade em clientes e parceiros, a área de Sustentabilidade e Economia Circular criou uma metodologia própria, desenvolvida para medir a circularidade, mapear oportunidades e auxiliar na definição de estratégias de evolução, o SOLcircular.

Nela, a empresa destaca a frente de resíduos e coprodutos, que prioriza a cadeia de suprimentos circular, na qual os resíduos são tratados como insumos em novas cadeias produtivas. O que além de propiciar a redução de custos, influencia, de forma positiva, os indicadores ESG nos quesitos gestão de resíduos e emissões de GEE, uma vez que os recursos são poupados, evitando emissões na extração da matéria-prima virgem.
Sendo assim, a adoção do SOLcircular além de qualificar o processo, propicia a entrega de valor superior aos clientes, destaca Ariane Mayer, Gerente de Sustentabilidade e Economia Circular.

“O SOLcircular se apresenta como ferramenta de gestão e passa a compor os processos da companhia de forma independente da área de sustentabilidade e economia circular. Sendo assim, os projetos de evolução são propostos pelos líderes dos negócios e todos são acompanhados e geridos pelo braço de P&D da área, que conta ainda com o apoio da Smartie, empresa de corporate venture do Grupo, quando são identificadas oportunidades de parcerias com startups e da área de inovação. Desta forma criamos uma rede estruturada e robusta, focada na transição para a economia circular, com destaque para a GRI e Koleta Ambiental, que lideram a implementação do método em seus clientes”, completa Mayer.

Metodologia

Para que as mudanças rumo à economia circular sejam efetivas é preciso entender seus princípios, abordagens e até mesmo sua origem e motivações. Esta compreensão apoia a mudança de mindset e engaja pessoas.
A segunda etapa do SOLcircular busca compreender o contexto da organização, identificar e mapear seus processos e fluxos, especialmente de matéria e energia. Tais informações e dados são importantes para que seja possível medir a circularidade. Aplicar o método, quantificar e qualificar estes fluxos e processos possibilita a geração dos indicadores de circularidade, que auxiliam na definição de estratégias e prioridades.

Os resultados obtidos devem ser analisados de forma crítica para buscar soluções que façam sentido para a organização. As ações propostas devem atender aos princípios da economia circular, sem desconsiderar o estágio de desenvolvimento tecnológico, a sustentabilidade financeira e a maturidade do mercado, da organização e da cadeia de valor.

Na avaliação da cadeia de resíduos, algumas questões fundamentais são levantadas pelo método, como explica Carina Lins, da área técnica de Sustentabilidade e Economia Circular do Grupo Solví.
“Fazemos perguntas-chave para entendermos a cadeia de resíduos de nossos clientes, tais como: quem são os agentes da cadeia, de onde vem, para onde vai, quem faz a transformação e em que se transformam no final do processo. As respostas irão nortear o início da jornada e, consequentemente, a proposta de soluções.”
A ferramenta está em sua primeira versão e será constantemente atualizada, acompanhando a evolução dos saberes e desenvolvimento de metodologias validadas por organizações referências no tema.

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