São Paulo – SP 27/1/2021 – Recomeçar é um caminho árduo, mas o resultado é compensatório. Mas a ausência da educação financeira é um rápido caminho para a falência.”

Cresce cada vez mais a busca por cursos sobre finanças e investimentos enquanto famílias brasileiras permanecem endividadas.

Algumas das perguntas mais digitadas nos sites de buscas nos últimos meses estão relacionadas a como aumentar a renda ou reduzir dívidas. Mas é preciso cuidado ao selecionar uma resposta idônea. Nunca houve, no Brasil, uma onda tão grande de endividados e também de novos empreendedores.

E o que pouca gente sabe é que há oportunidades de trabalho no setor de dívidas. Um analista da área pode se tornar um especialista e, além de gerar sua própria renda, ajudar milhares de outras pessoas.

O país registrou no final de 2020 o maior número de novos empreendedores de todos os tempos. Para se ter uma ideia, o número de MEIs – Microempreendedores Individuais chegou a 10,9 milhões de registros só nos primeiros 9 meses do ano passado. Já o número de desempregados chegou a quase 14 milhões (13,5), segundo dados do IBGE divulgados em setembro de 2020.

Em contrapartida também cresceu o número de endividados. Quase 12% das famílias brasileiras não terão condições de pagar suas dívidas este ano. Dessas, 13,7% possuem renda inferior a dez salários mínimos. Já o número de endividados com renda acima dos dez salários chega a 59,4%.

Mas também é preciso considerar o começo de uma mudança de comportamento do brasileiro. Há registros de aumento na procura por cursos sobre educação financeira, investimento na bolsa de valores e compra de livros ligados ao setor. Ainda é possível equilibrar de modo mais justo essa balança. Uma maneira de fazer isso é compartilhando conhecimento, buscando novas soluções na economia.

Muita gente acha que os bancos, por exemplo, donos da origem das maiores dívidas do brasileiro (cheque especial, empréstimos e cartão de crédito) ganham dinheiro com as taxas e juros, mas, na verdade, é com o chamado Spread Bancário. Os bancos pagam por produtos que os clientes emprestam a eles, como: CDB, Poupança, RDB, entre outros. Todos investem nos bancos de alguma forma, emprestando dinheiro a eles assim. A instituição, por sua vez, paga por esse empréstimo a taxa SELIC, hoje em torno dos 2%. Mas quando ele vende, o valor cobrado é muito mais alto. A taxa do cheque especial, por exemplo, beira 8% ao mês. Ou ainda, pelo cartão de crédito, que sozinho chega a ter 6 taxas embutidas, com os juros mais altos que pode chegar a 747% ao ano dependendo do cartão.

Para Diná Fonseca e Sebastião de Castro, poder contar com a consultoria de um especialista foi fator crucial para a mudança de vida do casal: “A gente viu que vai poder sair do sufoco e vamos poder realizar outros sonhos”.

A ACREDITTI, empresa do setor de Prevenção de bens alienados e Redução de Dívidas, desenvolveu um webinar gratuito sobre a formação de Especialista em Dívidas. O Evento será realizado no dia 10 de fevereiro, de forma on-line e gratuita.

Para Marcelo Alencar Jr, CEO do Grupo ACREDITTI, organizador e palestrante do evento, “A ausência da educação financeira é um rápido caminho para a falência.” Aos 28 anos, Marcelo é CEO de 12 empresas e encontrou no setor financeiro e de dívidas o propósito de sua vida profissional. A empresa realiza formações e outros eventos constantemente, como o ACREDITE DAY, realizado em dezembro no Allianz Parque, em São Paulo.

“Recomeçar é um caminho árduo, mas o resultado é compensatório”, destaca Marcelo, que percebeu a dificuldade de milhares de pessoas durante a pandemia, e que agora podem ter a chance que tanto procuravam.

Para mais informações sobre o webinar e o Grupo ACREDITTI, basta acessar o site https://www.acreditti.com.br

Website: http://www.acreditti.com.br

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